domingo, 26 de maio de 2024 / 11:08
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Coluna de opinião: FIM DE UMA ERA

Parece mesmo que ao contrário do que dizia sua música de campanha, Edson Magalhães não deve saber o que faz, isto se considerarmos sua gestão, como escrevi recentemente, bem como, quando analisamos sua movimentação política partidária.

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Em 2016 a coligação de Edson elegeu quatro vereadores, dos dezessete possíveis, Wendel Lima, Fernanda Mazzelli, Clebinho Brambati e Oziel de Souza, sendo que dos cinco partidos de sua coligação, somente três elegeram vereadores e destes, dois já foram prontos, ou seja, Edson já demonstrava seu desdém partidário.

Na eleição de 2020 Edson tinha na câmara seis vereadores que formavam sua base aliada, Wendel Lima, Kamila Rocha, Zé Preto, Sandro Bigossi, Dito Xaréu e Rosangela Loyola, contudo, na formação partidária, pela completa ineficiência de Magalhães em formar partidos, o seu pequeno grupo se dividiu.

Wendel e Kamila formaram um partido próprio e conseguiram a reeleição. Zé Preto, formou aliança com o Patriota e por lá também conseguiu sua reeleição. Mas, aqueles que dependeram do prefeito, Rosângela, Dito e Sandro, não conseguiram se reeleger. Apesar disto, Dito Xaréu tornou-se vereador com o fatídico acidente que levou o então vereador Chico Móveis a óbito.

Já para as eleições deste ano, a roda partidária em torno do prefeito se repete, e ele mal consegue formar o partido União, onde ele pretende eleger Oldair Rossi. Dos quatorze vereadores que formam a sua base, três foram para o MDB, dois para o PSB, dois para o PP, quatro para o MOBILIZA, um para o União e dois para o PSD, ou seja, desta vez, somente Oldair Rossi pagou pra ver.

Não são somente essas ações negativas em relação a formação partidária que mostra o desprezo do prefeito pelas conversas políticas partidárias, o lançamento da dupla insossa para a formação da sua chapa majoritária, mostra com mais clareza seu isolamento político, principalmente pela ausência de autoridades políticas, como o vice-governador Ricardo Ferraço, aliado de primeira de Magalhães.

Fazia tempo que não se via na cidade saúde um evento político tão desprestigiado, aliás, além do isolamento político, Edson também está sendo abandonado pela Construção Civil (sua fiel escudeira), que trabalha para a pré-candidatura de Zé Preto (ex-bolsonarista), num movimento incompreensível e curvilíneo que os matemáticos, os filósofos e os cientistas tentam entender.

As únicas coisas que restam a Magalhães são renovar suas promessas de entrega do hospital e apresentar outros projetos megalomaníacos, como outros tantos mostrados em suas campanhas, e que nunca sairão do papel, razões que nos revelam a entender que pode estar próximo do fim da era Magalhães.

O conteúdo do texto é exclusivo e de responsabilidade do autor

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