Campanha aborda estupro conjugal e reforça que “Não é não”

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Em consequência da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19), neste ano, o Carnaval não terá os tradicionais desfiles e blocos de rua, e a recomendação do Ministério da Saúde e do Governo do Estado é de que não haja aglomerações. Mesmo sem festas, o que não pode parar é a conscientização pelo enfrentamento da violência contra as mulheres, tema da campanha da Secretaria de Direitos Humanos (SEDH) para o feriado.

“Neste Carnaval, mesmo sem folia, o #NãoéNão até dentro de casa”, é o que diz a campanha. Ela é baseada no incentivo ao respeito no relacionamento, abordando o estupro conjugal como um grande desafio no enfrentamento da violência contra as mulheres.

Entende-se por estupro conjugal quando duas pessoas que têm um relacionamento, seja de maneira formal ou informal, têm relação sexual sem o consentimento de uma delas, podendo ter conjunção carnal ou não.

“É preciso compreender que apesar de estarmos vivendo algum tipo de relação, seja um casamento, um namoro ou uma relação menos sólida, a mulher não pode ser importunada sexualmente. Quando ela disser não, é não. E não é o rótulo de uma relação que vai dizer que ela está obrigada a fazer ou deixar de fazer alguma coisa. Nós, mulheres, não podemos deixar nossos corpos serem objetificados. Quando dissermos não, é não”, explicou a secretária de Estado de Direitos Humanos, Nara Borgo, que idealizou a campanha.

Violência contra as mulheres

Casos de violência doméstica, que inclui o estupro conjugal, podem ser denunciados por meio do Disque 180, um canal de atendimento e orientação sobre direitos e serviços públicos para a população feminina em todo o País. Não há custos para a ligação.

Outros serviços estão disponíveis no Estado às mulheres vítimas de violência, como a Casa Abrigo, a Delegacia da Mulher (DEAM) e a Defensoria Pública.

Importante frisar que qualquer forma de violência contra a mulher, sendo sexual ou não, deve ser denunciada.

A campanha será publicada na página do Facebook @DireitosHumanosES.

Fonte: SEDH

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