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Bastidores da política de Guarapari em ritmo intenso

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Política em um minuto – 11/09/2021

Conversas reservadas

Na manhã desse sábado (11/9) aconteceram várias conversas privadas em Guarapari. Olhares atentos identificaram ao menos cinco encontros nada republicanos.

Os locais

As conversas aconteceram em vários pontos da cidade. Muquiçaba, Itapebussu e Praia do Morro estavam particularmente agitados. Os locais escolhidos foram: duas padarias, um posto de gasolina, uma lanchonete e uma galeria.

O assunto preferido

Um tema esteve presente em todas as conversas: O Gaeco. Mas outros três novos temas também apareceram: a prisão de um empresário que estava clonando cartões de créditos de turistas, um vereador que deve perder o mandato e um divórcio que deve sacudir a cidade de Guarapari.

Gaeco I

Em uma lanchonete em Muquiçaba a conversa era sobre um possível “acordo” para abafar o caso de formação de quadrilha envolvendo servidores públicos e empresários da construção. O que comentavam “ao pé de ouvido” era que um construtor de alta patente estava preocupado com o alcance das investigações. Segundo uma testemunha, um dos participantes da conversa, disse: “ele não vai aguentar ser preso. Isso precisa ser evitado”, e o advogado respondeu: “vai entregar todo mundo”.

Gaeco II

Em uma padaria na Praia do Morro, o assunto era a convocação de uma importante secretária para depor na próxima semana. “Se convocaram ela para depor, então podem convocar qualquer um. Esse depoimento vai assustar muita gente”, disse um dos participantes da conversa.

Mandato cassado

Em uma padaria em Itapebussu, o assunto era o pedido de afastamento de um vereador. O assunto na conversa era de que, “na segunda-feira (13/9), um vereador de Guarapari vai ter um “ataque de nervos” quando descobrir que o Ministério Público (MPES) pediu a cassação de seu mandato”. Mas o suplente não precisa se animar. Segundo a denúncia toda a chapa será cassada. Quem deve assumir o mandato é um ex-presidente da Câmara de Vereadores.

Polícia Federal e os cartões de crédito

Em uma loja de conveniência de um posto de gasolina, na Praia do Morro, um funcionário da Câmara de Vereadores conversava com um corretor de imóveis sobre a suspeita de um vereador estar envolvido na clonagem de cartão de crédito. Apesar de não existir nenhuma prova do envolvimento de um vereador, o assessor disse em tom descontraído: “quando a informação circulou nos grupos de WhatsApp que a Polícia Federal prendeu um dono de restaurante e um vereador por clonagem de cartão de crédito, o que mais teve no anexo foi entre e sai dos gabinetes. Todos querendo saber quem era o vereador. Teve até um “bolão” de apostas. No final, para alívio geral, foi apenas um boato”.

O divórcio

Esse assunto é tão explosivo que as poucas pessoas que sabem estão com medo de falar sobre o assunto. Em uma galeria na Praia do Morro, uma jornalista e um fotógrafo conversavam sobre um provável divórcio. Segundo uma vendedora de Açaí, o fotógrafo disse: “a esposa armou o bote e pegou ele no flagra. Os dois estavam se beijando e um detetive particular filmou tudo. Até agora esteve impune, mas se a esposa falar vai ser a ruína dele”.

Os nomes?

Um secretário, dois integrantes da construção civil, dois advogados, uma enfermeira, um dono de restaurante e um autoridade de “alta patente” devem ter seus pecados revelados na próxima semana nas manchetes dos sites da cidade.

Quebra-cabeça

Se o Gaeco juntar as peças, a esposa traída, uma secretária, um jornalista, um advogado, um porteiro e corretor de imóveis devem ser chamados para depor.

Novos amigos

Parece que o vice-prefeito de Guarapari começou a “conquistar” novos amigos.

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