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Prefeito tenta se afastar da “crise dos áudios” e coloca base em “xeque”

Política em um minuto – 28/05/2019

edson

O prefeito Edson Magalhães está tentando se afastar do escândalo político que envolve autoridades de Guarapari em um esquema de chantagem e suborno.  Os áudios (“Prints” comprovam envolvimento de “braço direito” do prefeito em esquema de chantagem e corrupção “vazado” em áudios) divulgados são partes de uma conversa em que o vereador Dito Xaréu negocia interferir no andamento da Lei de Eventos com o objetivo de favorecer um grupo de empresários. O prefeito Edson Magalhães está se movimentando para que o escândalo fique longe do seu gabinete, o que parece cada vez mais impossível.

A estratégia de Edson Magalhães

A primeira decisão do prefeito foi não se manifestar sobre o caso. Até uma providencial gripe foi divulgada para justificar o silêncio do prefeito. Depois Edson determinou que os secretários citados nos áudios concedessem uma entrevista para alguns veículos de comunicação com o objetivo rechaçar as falas do até então seu líder na Câmara. A terceira decisão do prefeito foi se reunir com os vereadores da sua base (Kamilla Rocha, Wendel Lima, Sandro Bigossi, Zé Preto e Rosângela Loyola) para pedir que eles votassem contra a investigação que pretende apurar os fatos divulgados nos áudios. A quarta decisão de Edson foi destituir o vereador Dito Xaréu da sua liderança também como tentativa de se afastar da crise.

Edson e mais ninguém

O prefeito Edson Magalhães está preocupado apenas com ele mesmo e está jogando os holofotes nos seus aliados. Seu ex-líder Dito Xáreu, seus secretários e seu novo líder na câmara Wendel Lima já foram a público. No dia 13 de junho, data marcada para a leitura da denúncia e votação da CPI, quem ficará em evidência são os vereadores da base. Se votarem em favor da investigação vão contrariar o prefeito e se votarem contra a investigação vão contrariar os eleitores de Guarapari.

Ninguém quer “colar” com Dito

Prefeito e secretários já se afastaram do vereador Dito Xaréu e a informação é de que os indicados por Dito na prefeitura ainda não foram exonerados porque o prefeito tem medo da reação do vereador. A dúvida é sobre como os demais vereadores vão se comportar quando Dito entrar no plenário. Antes do dia da votação que pode afastar o vereador (13/06),  Dito Xaréu pode participar de três sessões, dias 30/05, 04/06 e 06/06. Até o momento, o vereador faltou e justificou duas sessões. Será que vai continuar evitando os colegas de plenário?



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